Oh, essa é uma manhã escura da alma para mim. Estou tão sozinha. Eu quero a minha mãe. Eu me lembro das suas palavras de despedida no aeroporto, Siga o seu coração, querida, e por
favor, por favor, tente não pensar demais sobre as coisas. Relaxe e aproveite. Você é tão jovem querida, você tem tanto para experimentar, apenas deixe acontecer.
Você merece o melhor de tudo.
Eu realmente segui meu coração, e eu tenho uma bunda dolorida e um espírito angustiado e quebrado para mostrar. Eu tenho que ir. É isso... eu tenho que ir embora. Ele não é bom para mim, e eu não sou boa para ele. Como nós podemos possivelmente fazer isso funcionar? E o pensamento de não vê-lo novamente praticamente me sufoca... meu Cinquenta Sombras.
Eu ouço a porta abrir. Oh no – ele está aqui. Ele coloca alguma coisa no criado mudo, e a cama muda embaixo do seu peso quando ele sobe atrás de mim.
— Silêncio, — ele respira, e eu quero me afastar dele, me mover para o outro lado da cama, mas eu estou paralisada. Eu não posso me mover e me deito rigidamente, não cedendo nem um pouco.
— Não brigue comigo, Ana, por favor, — ele sussurra. Gentilmente, ele me puxa para seus braços, enterrando o nariz no meu cabelo, beijando meu pescoço.
— Não me odeie, — ele respira suavemente contra a minha pele, sua voz dolorosamente triste. Meu coração aperta de novo e libera uma nova onda de choro e soluços silenciosos.
Ele continua me beijando suavemente, com ternura, mas eu permaneço distante e desconfiada.
Ficamos deitados juntos assim, sem diz qualquer coisa por muito tempo. Ele apenas me segura, e muito gradativamente, eu relaxo e paro de chorar. O amanhecer vai e vem, e a luz suave fica mais brilhante conforme a manhã se move, e ainda nós deitamos quietamente.
— Eu trouxe para você um pouco de Advil e creme de arnica, — ele diz depois de muito tempo.
Eu me viro muito lentamente em seus braços então eu posso encará-lo. Estou descansando minha cabeça em seu braço. Seus olhos estão um cinza de pedra e protegidos.
Eu olho para seu rosto lindo. Ele não está mostrando nada, mas ele mantêm seus olhos nos meus, mal piscando. Oh, ele é tão incrivelmente lindo. Em tão pouco tempo, ele se tornou tão, tão querido para mim. Esticando minha mão, eu acaricio sua bochecha e corro a ponta dos dedos por sua barba. Ele fecha os olhos e exala levemente.
— Desculpe, — eu sussurro.
Ele abre os olhos e me olha intrigado.
— Pelo o que?
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Apenas usuarios registrados podem comentar esse post!
Registre-se é gratis não vai lhe doer nada rs.