terça-feira, 6 de novembro de 2012

441

desolados e torturados. Eu posso acalmá-lo. Acompanho-o brevemente na escuridão para trazê-lo para a luz.
— Me mostra, — eu sussurro.
— Mostrar a você?
— Me mostre o quanto isso pode machucar.
— O que?
— Me punir. Eu quero sabe o quão ruim isso pode ficar.
Christian dá um passo para longe de mim, completamente confuso.
— Você tentaria?
— Sim. Eu disse que faria. — Mas eu tenho uma segunda intenção. Se eu faço isso por ele, talvez ele me deixasse tocá-lo.
Ele pisca para mim.
— Ana, você é tão confusa.
— Estou confusa demais. Estou tentando trabalhar nisso. E você e eu vamos saber, de uma vez por todas, se eu posso fazer isso. Se eu posso lidar com isso, então talvez você... — minha palavras me faltaram, e ele me olha espantado. Ele sabe que estou me referindo à coisa do toque. Por um momento, ele parece consternado, mas de repente seu rosto ganha um ar de determinação, e ele aperta os olhos, olhando para mim especulativamente como se ponderasse as alternativas.
Abruptamente, ele agarra meu braço em um aperto firme e se vira, me tirando da sala grande, para cima dos degraus, e para a sala de jogos. Prazer e dor, recompensa e castigo, as palavras dele de há muito tempo ecoam em minha mente.
— Eu vou mostrar a você o quão ruim pode ser, e você pode decidir o que fazer. — Ele pausa na porta. —Você está pronta para isso?
Eu balanço a cabeça, decidida, me sinto um pouco tonta e fraca enquanto fico pálida. Ele abre a porta, e ainda apertando meu braço, agarra o que parece ser um cinto da prateleira ao lado da porta, então me leva até o banco de couro vermelho no canto afastado do quarto.
— Se dobre sobre o banco, — ele murmura baixinho.
Ok. Eu posso fazer isso. Eu me dobro sobre o couro liso e macio. Ele me deixou com o roupão. Em uma parte tranquila do meu cérebro, estou vagamente surpresa que ele não tenha me feito tirá-lo. Puta merda isso vai doer... eu sei. Meu subconsciente desmaiou, e minha deusa interior está se esforçando para parecer corajosa.
— Nós estamos aqui porque você disse sim, Anastásia. E você correu de mim. Eu vou bater em você seis vezes, e você vai contar comigo.
Porque diabos ele apenas não vai em frente? Ele sempre faz uma boa refeição para me punir. Eu reviro meus olhos, sabendo muito bem que ele não pode me ver.
Ele levanta a barra do meu roupão, e por alguma razão, isso parece mais íntimo do que estando nua. Ele acaricia gentilmente meu traseiro,

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